segunda-feira, 18 de março de 2013

E quando cansa ser mãe?

Eu AMO ser mãe, mas tem hora que cansa...

Sou mãe que senta no chão pra brincar de carrinho e pecinhas (lego), que joga quebra-cabeça e jogo da memória, que inventa "artes" com tinta e reciclagem, que acha saudável artes elaboradas (como roubar bolo da geladeira antes do jantar e lavar a toalha de rosto na pia do banheiro), que adora contar e inventar histórias, que assiste filme junto (mesmo que seja pela milésima vez), que faz castelo de areia e pega jacaré, que brinca de pega-pega e esconde-esconde, enfim... E eu faço tudo isso porque ADORO estar com meus filhos!




fonte: google

Mas, como na vida nada é 100% bom e divertido tem hora que eu quero sumir. Passar o cartão de ponto e deixar de ser mãe só por um momento. E sabe quando é? Quando tem manha, birra e gritaria. Definitivamente é super desgastante!! Sou capaz de ficar acalentando eles chorando a noite toda por causa de pesadelo ou dor, porém me irrita 5minutos de manha.

Comigo funciona assim: já sabe se expressar verbalmente não precisa mais chorar toda hora e ponto!

Eu sei que os sentimentos são um terreno nebuloso para nossos pequenos, por isso falo, converso, porém as vezes não adianta! E aí o que fazer? Chama o pai!! Esse é um dos muitos momentos que fica claro, pra mim, o porquê somos em 2. E quando ele não está? (Como eu já disse aqui meu marido é piloto, portanto fico sozinha com meus filhos.

E aquele dia que você, mãe, já está cansada dos choros, birras, manhas e tudo mais. O que fazer? Eu costumo dizer que já me cansei daquele comportamento e que vou esperá-lo mais calmo em outro lugar. E saiu mesmo e procuro ficar o mais longe o possível, para eu me acalmar também e, na maioria das vezes, basta 5 minutos. Isso tem dado certo, para nós (eu e meus filho).

Não tenho mais a pretenção de ser a mãe perfeita sou apenas 100% mãe e isso implica os meus filhos aprenderem lidar com as minhas limitações também.

E como funciona com vocês? Quando cansa ser mãe o que vocês fazem?

Bjs

Mulher de piloto

Quando conto para as pessoa que meu marido é piloto as reações das pessoas seguem mais ou menos uma ordem.

Admiração: "Puxa!! Que lega!"
Curiosidade: "Nossa! você deve viajar bastante"ou "Vocês quase não se vem, né?"
Conhecimento deturpado: "Ele é piloto ou co-piloto?" ou "Ele viaja internacional?" ou ainda "Deve ser muito desgastante ser responsável por tantas vidas."
Pavor: "Nossa, deve ser angustiante ficar esperando ele voltar."ou  "Vocês não tem medo, do avião cair?"

Eu me divirto com isso, acho que piloto de avião é uma daquelas profissões que rondam o imaginário das pessoas e que elas se assustam quando percebem que ela também é real, isso deve acontecer também com o bombeiro e com o astronauta (eu não conheço ninguém com essas profissões na vida real, provavelmente eu passaria por essa mesma sequência kkkkk).

Para a muitas pessoas eu vivo um filme com um avião a minha espera para o destino que eu desejar ou para ser mais "glamourosa", assim como a aviação no seus tempos áureos, no seriado PANAN cheio de romances proibidos e aventura.

Infelizmente venho hoje para acabar com todas essas fantasias. Piloto de avião é uma profissão real, tem horário para entrar e para sair, tem a sua hierarquia, suas vantagens e desvantagens.

Vamos começar por alguns equívocos comuns:

1) O desafio do piloto é o avião, quanto maior a máquina melhor;
2) Comandante e co-piloto, os dois são pilotos!! A diferença é o tempo de aviação. Na cabine o trabalho é executado pelos dois.
3) O objetivo do piloto é pousar com delicadeza e segurança. Quando a delicadeza não acontece é porque ele teve que escolher entre as duas e optou pela segurança (ou foi um errinho mesmo, afinal "pousemo num quebremo comemoremo!!"kkkk).
4) É o meio de transporte mais seguro!!! Antes de qualquer coisa eles são muito, muito mesmo, treinados para as situações de emergências.
5) Eles voltam para casa!!! E as vezes ficam até 4 dias de folga seguidos. O meu marido fica no máximo 5 dias fora, mas isso varia de etapa para etapa.

Como mulher de piloto não tenho do que reclamar, as coisas são apenas um pouco diferente. Em vez de programar um passeio para um final de semana, programamos para a folga dele, que muitas vezes são durante a semana. E não posso usar de jeito nenhum "vou contar pro seu pai quando ele chegar!", tenho que resolver e pronto. Muitas vezes ele não está por perto para eu dizer "agora é sua vez" de dar a bronca ou ver o porquê está chorando no meio da noite, mas não sou a única mãe no mundo que faz isso. E claro tem as comissárias de brinde kkk, mas mulher tem em toda parte e acredito que se alguma coisa acontecer é porque ele estava procurando, por tanto iria acontecer em qualquer lugar. Por outro lado do mesmo modo que ele fica dias com "elas" eu fico dias sozinhas, no resumo de todo bom relacionamento o que vale é a confiança no acordo que se tem.

Embora ele trabalhe viajando ele é muito presente na educação dos nossos filhos. Mesmo ficando longe por dias, quando chega dá bronca se preciso. E a variação nos seu horários de trabalho torna possível sua participação ativa na vida deles, consegue acompanhar o Nanni na natação; ir as festas e reuniões da escola; buscar e levar ele para escola; passear a tarde com a Manu; e passear com a família. Ele estava presente quando o Nanni começou a andar e a Manu engatinhar e participa ativamente de todas as conquistas dos nossos filhos. Passamos separados essa entrada de ano, mas temos tantos momentos bons juntos que ele não estar presente em alguns feriados ou finais de semana não faz diferença.

Meu marido, e a maioria dos pilotos que conheço, adoram o que fazem. Eles são realmente apaixonados pela avião, talvez por isso essa profissão pareça TÃO fascinante.

E por fim o que vale é a qualidade e não a quantidade do tempo que passamos com as pessoas que amamos.

Bjs

Roséola, você sabe o que é?


Essa semana a Manuzinha ficou com febre alta (>38) e como eu já sei que tem que se esperar 3 dias de febre para o diagnóstico, tratei com anti-térmico e observei. Apetite continuava o mesmo, voraz kkk é difícil essa minha pequena perder o apetite kkk. Então esperei.

No primeiro dia sem febre apareceram manchas na pele, principalmente nas costas e na barriga. Como eu já sabia da famosa Roséola corri para o hospital. É sabia mais nem tanto, o meu professor de assuntos infantil, Nanni, não passou por isso pensei que fosse uma espécie de Rubéola que teria que tratar com banhos, pomadas e medicamentos. Só que para meu alívio NÃO precisa de nada disso!!! A  fase critica da Roséola são as febres e mais nada. Claro que estou falando da clássica sem complicações.

Dr Drauzio Varella explica melhor sobre a Roséola no texto abaixo:
"A roseola, também chamada de exantema súbito ou sexta doença, apesar de ser parecida com a rubeola, é provocada por outro vírus, o herpes vírus humano tipo 6 (HHV-6) que, em geral, infecta crianças nos primeiros meses de vida e até os 3 anos. A transmissão ocorre de uma pessoa para outra, durante o período febril.
Adultos imunodeprimidos são vulneráveis à infecção pelo HHV-6.
Sintomas e diagnóstico
O período de incubação do vírus vai de 5 a 15 dias. O sintoma inicial é a febre alta (38ºC a 40ºC) durante três ou quatro dias. À medida que ela vai caindo, surge uma erupção cutânea (maculopápulas rosadas), que se concentra mais no tronco e menos na face e nos membros, e desaparece em dois ou três dias.
Os gânglios localizados na parte de trás da cabeça e no pescoço podem aumentar de tamanho. Nessa fase, a criança pode ficar irritada, um pouco abatida e sem apetite.
O diagnóstico é clínico. Raramente se torna necessário pedir exames laboratoriais para confirmá-lo ou estabelecer diagnóstico diferencial.
Tratamento
Não há vacina contra a roséola. O tratamento é sintomático, com medicamentos para baixar a febre, pois, se subir muito, há o risco de ocorrerem convulsões.
Recomendação importante
* Mantenha sob controle a temperatura da criança. Siga rigorosamente a orientação médica para administrar os medicamentos antitérmicos. Banhos mornos, quase frios, também são um recurso importante para baixar a febre que teima em subir."
 
 
A médica deve ter pensado algo muito estranho de mim, pois minha cara quando ela disse que não tinha nada para fazer foi uma mistura de alívio com "quer dizer q eu poderia ter ficado em casa?"kkkk
 
Bom fica a dica para as mães que, assim como eu já contei aqui, detestam ir ao hospital com o pequenos desnecessáriamente.

Bjs

Hospital, quando é necessário?


Eu simplismente detesto levar meus pequenos ao hospital. Isso vai além da questão deles estarem doentes. Pra mim não há lugar mais sujo e contaminado, ótimo para transmissão de doenças que uma espera de pronto socorro.
Por isso eu perguntei para vários médicos, pronto socorro, a pediatra que acompanha, amigos da área da saúde. Quando devo levar meus filhos no hospital?
E fiz esse resuminho:

Observar em casa:
1) Febre controlável com medicação nos 3 primeiros dias (super difícil,né? dá uma sensação de negligência, mas não é.)
2) Se a criança se comporta normalmente nos momentos sem febre
3) Mudança de apetite razoável, principalmente nos momentos de febre

Quando ir ao hospital:
1) Febres muito altas que não passam com os remédios via oral ou associadas com vômitos e diarréias.
2) Irritação ou passividade excessiva mesmo nos momentos sem febre.
3) Falta de apetite mesmo nos momentos sem febre.
4) Dificuldade para respirar nos momentos sem febre.

De uma forma beeeeeem simplificada é isso!!

Bjs

quarta-feira, 6 de março de 2013

Era uma vez...

"Era uma vez uma menina que adorava ouvir história. Um dia ela cresceu e descobriu os livros. Mais tarde se casou com um rapaz que lia dois livros por vez. Se casaram e ficaram lendo para sempre!!!"

Aqui em casa sempre estamos lendo algum livro e eu tenho a mania de ler em voz alta, por isso o primeiro contato dos meus pequenos com o mundo escrito certamente foi com algum livro ou texto que eu estava lendo. Acontecia assim:eles dormindo eu lendo, eles acordavam eu continuava a ler em voz alta (claro que depois de atender as necessidades dele kkk).

E assim começou, depois conforme o Nanni (2 anos e 10meses) foi crescendo ganhava um livro. Aliás esse é o presente mais constante em nossa casa, que não precisa de motivo ou data especial. Simplesmente saí encontrei um que gostei levei. Coisa de viciada mesmo kkkkkk

Quando ele entrou na escola, no ano passado, agregamos alguns detalhes a nossa leitura como ler os nomes dos autores e ilustradores. E como ele escolhe um livro e relemos muitas vezes comecei a ler os dados dos autores, só para ter algo diferente para ler, mas ele gostou e agora me pede para ler em todos os livros.

A Manu nasceu já inserida na literatura infantil, ela está presente quando lemos para o Nanni e herdou seus primeiros livro de paginas duras, com histórias de animais, que podem ser manipuladas sem o perigo de rasgar.

Dicas:
1) quando eles são pequeninos seu tempo de atenção é curto, por isso dificilmente vão para escutar uma história inteira. Por isso não desanime continue lendo a história até o fim e aos pouco a atenção e o interesse irão aumentar.
2) as histórias ajudam as crianças a lidarem com a realidade. Por meio da história o simbólico da criança é construído e com isso sua compreensão do mundo.
3) é tendo contato com o livro que eles aprendem como folheá-lo e mante-lo.
4) ver seu livro recontando a historia não tem preço é bom demais!!!!!!!!!!

Então vou lista os tops daqui de casa:

1) Chapeuzinhos Coloridos - José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta
É uma releitura do Conto da Chapeuzinho Vermelho, muito bem feita em que cada cor de Chapeuzinho tem relação com alguma característica. Comecei a ler para o Nanni quando ele tinha 1 ano e 7 meses, uma história por vez, ou seja, uma Chapeuzinho por vez. Hoje ele escuta o livro todo, que são 6 histórias. Ele gosta mais da Chapeuzinho Azul e da Chapeuzinho Preto.



2) O Ratinho, O Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado - Don e Audrey Wood
Uma História sutil, simples e adorável. Num diálogo entre narrador e personagem, falam de um Urso que não é visível, mas é bem presente durante toda a história. O grande mérito do livro fica por conta do ilustrador que deixa a cara do ratinho super expressiva. Além de ser uma ótima leitura é fácil para as crianças recontarem.


3) Por Favor, Obrigado e Desculpe - Blecky Bloom e Pascoal Beti
Um livro divertidíssimo que fala sobre boas maneiras. Ensina como se comportar em diversos lugares de uma forma bem engraçada, no qual a falta de educação coloca em apuros seus personagens. Aqui ele é relembrado o tempo todo, pelo Nanni e por nós!!


4) Lá em Casa Tem um Bebê e Pra que serve? - Guto Lins
Esse livro é escrito na forma de um diário de um menino de 4 anos que ganha um irmãozinho. Ele passa o livro todo procurando entender como funciona um bebê e o que dá pra fazer com ele, até chegar a conclusão que "É irmão e é pra sempre" esse descoberta é carregada de emoção. É bem legal e foi muito, muito mesmo, lido durante a gestação da Manu.



5) É o Lobo? - Ciranda da Cultura
Um livro cheio de detalhes, um suspense com um final assustador. Faz a alegria dos amantes do Lobo Mau.

6) O Que Tem Dentro da Sua Fralda? - Guido von Genechten
Conta a história de um ratinho curioso que já está usando o penico. Foi usado na época do desfralde do Nanni.

7)  A Rainha das Cores - Jutta Bauer
É feito uma relação de cores e sentimentos. Simples e colorido conta a história sutil de uma rainha e suas emoções e como as vezes chorar ajuda a aliviar a tristeza. Uma graça de livro.

8) Quando a Mamãe Virou Um Monstro - Joanna Harrison
Um livro dedicado as mãe kkkk. A história acontece em um dia de caos, de uma mãe e seus dois filhos, em que sua paciencia vai se esgotando até que ela vira monstros. Ótimo!!! Li muitas vezes para o Nanni e ainda hoje quando começo a ficar brava ele me fala "Mamãe você tá ficando um monsto?" kkkk acho que ele também gostou, aliais uma das primeiras palavras que ele falou foi "aqui!"uma de uma passagem desse livro. kkk

9) Poesia na Varanda - Sonia Junqueira e Flávio Fargas
Esse livro veio na coleção do Itaú e o Nanni adorou!! Uma metalinguagem bem feitinha, super delicada e cheia de rimas, o que deixa a história com um ritmo delicioso.



10) Aventuras de Natal - Ciranda Da Cultura
Conta a história do Papai Noel, onde mora, o que faz, como entra nas casas, enfim toda a magia do Natal. Achei na época de Natal com esse propósito de explicar para o Nanni toda essa magia. Ele adorou tanto que "le" até hoje. O livro é bem interativo com abas e "poupaps".


"E a história entrou por uma porta e saiu pela outra, quem quiser que conte outra... "

Nanni lendo gibi com os óculos da Vovó

E vocês gostam de ler? Quais os livros que fazem sucesso em suas casas?

Bjs

terça-feira, 5 de março de 2013

A teoria do Eco

Existem várias teorias de educação como se fossem receitas de bolo, mas não somos ingredientes, somos pessoas com valores aprendidos e carga emocional incontrolável (estou falando aqui das questões inconscientes que nos constituem como indivíduo único).
Como não acredito em uma única teoria e acabo fazendo uma mistura de tudo, descartando uma coisinha aqui, agregando uma coisinha ali. E é nessa seleção, do que serve e do que não serve que entra a Teoria do Eco. Nomeada por mim, consiste simplesmente em o que faz eco dentro de nós serve o que não faz simplesmente descarta.
Parto do princípio que para uma coisa dar certo tenho que me sentir confortável em fazê-la e ser boa para meus filhos.
Coisas que fizeram eco para mim:
Limite: aqui em casa ninguém obedece ninguém, aqui temos limites passou dele, desrespeitou uma regra "da casa" (nessas regras entram as regras sociais de se comportar à mesa, bater nas pessoas, etc.) perde a liberdade de circular por ela.

Cantinho da disciplina adaptado: adaptado porque não existe um lugar fixo para ele. Deixamos 1 minuto por idade, desde sempre, e depois conversamos com eles. Outra diferença aqui não chamamos de castigo é consequência, não sabe usar perde. E avisamos assim "você quer ficar sentado?". Depois do tempo sento do lado dele e retomo o que aconteceu e qual é a "regra" ou "combinado" que foi descumprido.

NÃO ao "não": principalmente quando é pequeninho, pois o significado do não ainda está sendo formado, mas também vale quando está maior e entrou no circuito de fazer "arte" ou quando tem muito choro com o não. No lugar do NÃO digo o que quero que faça.

Barragem físicas: portão na escada, travas de gavetas entre outras ajuda a diminuir a quantidade de intervenção nossa e deixa a criança mais livre para explorar a casa sem riscos.

Responsáveis pelos seus ato: desde sempre. Por aqui ninguém briga com a mesa ou com o chão, cair faz parte do aprendizado e as vezes da brincadeira. Ajudo o tempo todo a avaliar os riscos de cada brincadeira, mas se o risco de andar de patinete, por exemplo, foi assumido nem o chão nem o brinquedo tem culpa disso.

Acompanhar à negar: tudo o que o Nanni quis fazer até hoje nós preferimos acompanhá-lo a negar. Por exemplo subir em árvore fomos junto ensinamos a escolher a árvore e tudo mais; subir a escada sozinho; entrar na piscina funda; fazer trilha; andar no meio do mato. Enfim tudo o que ele quis que oferecia algum perigo, nós vamos junto pra acompanhá-lo e não para impedí-lo.

Cuidado com as palavras: aqui não se fala "você não está me ouvindo?", palavras como nunca e sempre usamos quando acreditamos que é real, como por exemplo "eu sempre vou te amar"; os meus filhos não brigam eles disputam os brinquedos; enfatizamos que o que não foi legal foi o comportamento e não ele. Pode parecer bobagem, uma mera questão linguística, mas os significados das palavras vão além do dicionário.

Os Medos são Reais: acreditamos nos medos dele e agimos como se fossem reais procurando uma solução junto com ele. Mesmo quando é um medo relacionado a um desenho, afinal o que está acontecendo com o personagem é real.

Observação: estamos atentos ao comportamento deles o tempo todo, as vezes eu acho que exageramos nessa compreensão kkk. E criamos estratégias para ajudá-lis a superar-se.

Bom isso é um pouquinho do que faz Eco em mim e que, por isso, funciona tão bem com a minha família.
E com vocês o que funciona?
Bjs